Matemática pura, matemática dura

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Matemática pura, matemática dura pretende-se um espelho da palavra, do homem e da cidade; do sonho e do pesadelo também (de tudo que acende e apaga o mundo); da história suspensa, entre o medo e a coragem (de tudo que parece mentira, mas é verdade); daquilo que se pode ver a olho nu, tanto no claro quanto no escuro (a exemplo do lugar aberto ou fechado onde a humanidade se acha ou se perde agora).

Matemática pura, matemática dura pretende-se um espelho das horas. Por isso, os poemas aqui reunidos se somam aos corpos empilhados na pandemia de covid-19 e às almas, desde então, assustadas, porque precisam flanar pelo centro da vida, margeando a morte. São poemas de azar e sorte.

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ISBN

978-65-5044-126-5

Tamanho

14×21

Páginas

72

Acabamento

Brochura