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Diego Pereira

É neto e filho, irmão e tio, sobrinho e primo, esposo e amigo — e foi apanhando abraços até virar poeta. Em 2020, publicou As árvores não têm veludo, sob o susto da fotografia que faz dormir os homens e as cidades. Agora publica Matemática pura, matemática dura, sob o susto da fotografia que faz acordar a gente. Aprendera, com a palavra, entre sonhos e histórias, que os dias, insurgentes, são lava: eles vêm e de repente a vida vai embora. Aprendera, também, aquilo que deixa à sua sobrinha, Agnes Pereira Andrade: uma família existe para que ninguém te esqueça; uma família existe para que alguém te resgate.